Atualmente, a estética genital vem ganhando destaque nas clínicas de beleza e principalmente nos consultórios. Além da própria mulher, ninguém conhece mais sua região genital do que o seu ginecologista. Ele é o profissional especialista mais indicado para manipular a área, seja com procedimentos não invasivos até a cirurgia plástica vaginal.

Não existe um padrão de beleza firmado como correto para a vulva e vagina da paciente porém, a mulher precisa estar feliz com o próprio corpo e isso inclui a região genital.

Estudos demostram que mulheres que possuem uma autoimagem negativa da região genital, são as que mais apresentam quadro depressivo e de angústia com relação a vida sexual. Por outro lado, as mulheres satisfeitas com sua estética, apresentam uma melhor saúde sexual, o que reflete diretamente na qualidade de vida.

Com o passar dos anos, a pele sofre um processo gradativo, complexo, e irreversível de envelhecimento, e isso inclui a região genital. Hábitos como tabagismo, consumo de álcool, depilação com cera, atrito de gilete e de roupas, podem agravar e acelerar esse processo.

Por outro lado, circunstâncias de envelhecimento ou até mesmo de traumas obstétricos perineais, podem prejudicar a função vaginal. Queixas como afrouxamento da vagina, dispareunia (dor no ato sexual), pouca lubrificação ou cicatrizes de lacerações vaginais ou episiotomias podem ser resolvidas total ou parcialmente com os procedimentos e cirurgias estéticas ginecológicas, devolvendo a qualidade de vida da mulher.

Alguns procedimentos disponíveis:

  • ninfoplastia – cirurgia plástica vaginal, correção da hipertrofia dos lábios
  • perineoplastia- cirurgia para estreitamento do introito vaginal
  • preenchimento com ácido hialurônico – objetivo principal de corrigir a assimetria e flacidez dos lábios, assim como a melhorar o turgor vaginal.
  • aplicação de toxina botulínica – para situações de sudorese aumentada da região genital
  • Luz intensa pulsada- atua em diversas formas de tratamento, desde texturização, claraeamento, até depilação local.
  • laser CO2- usado para a vaporização de lesões nos genitais, melhora do trofismo genital principalmente em casos refratários à hormonioterapia e usado para cirurgias ambulatoriais minimamente invasivas.
  • Radiofrequencia – seu efeito não ablativo da produção do calor estimula a produção de colágeno, sendo altamente efetivo para tratar a flacidez vaginal.
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